Informações do Setor

Por: Dr. João Massud Filho
Veículo:
Folha de São Paulo

Há dias que a suposta droga contra o câncer produzida pela USP é debatida na mídia e nos meios científicos. O assunto é de extrema importância porque nos faz refletir sobre pontos frágeis no desenvolvimento de medicamentos no Brasil.

Jornalista: Fernando Cotait Maluf e Phillip Scheinberg

A morosidade na aprovação de estudos inviabiliza que o país participe de pesquisas capazes de dar a pacientes acesso a tratamentos contra o câncer

Nas últimas décadas, a ciência conseguiu importantes avanços na pesquisa básica, aquela que ocorre nas bancadas dos laboratórios. Esses progressos, no entanto, não se traduziram em grandes benefícios, conforme se imaginava, em particular para os pacientes com câncer.

SENHOR EDITOR:

Em relação à celeuma provocada pela “droga USP para câncer”, gostaríamos de expor o seguinte:

1-) O processo de desenvolvimento de uma droga demora em torno de 7 a 10 anos, desde o processo inicial de sua descoberta (seja química ou através de plantas). Pode, em muitos casos, ultrapassar em muito este tempo (no caso do Taxol foram mais de 15 anos).

O 13° Fórum de Ética em Pesquisa Clinica foi realizado no Instituto Sírio Libanês de Ensino e Pesquisa no dia 17 de agosto de 2015 e contou com cerca de 400 participantes representando quase 100 Comitês de Ética em Pesquisa Clínica (CEP), do Conselho Nacional de Ética em Pesquisa Clinica (CONEP), pesquisadores, diretores médicos, associações de pacientes e outros profissionais da saúde ligados à pesquisa médica.

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